Senhor Presidente, senhoras e senhores deputados: o Brasil sem dúvida continua a produzir talentos internacionais, seja no esporte, seja na ciência, seja na cultura e ou na arte.
Vejam os senhores que até o famoso e o mais badalado dos circos, o Cirque du Soleil, também tem em seu espetáculo um pouco de brasilidade. É Marcos de Oliveira Kazuo, que interpreta um palhaço que faz várias performances durante o espetáculo “Alegría”.
Antes de entrar para o famoso grupo, Kazuo era atleta de ginástica olímpica e capoeira em São Carlos, em São Paulo, até que se inscreveu para uma audição do circo do ator Marcos Frota, que estava selecionando acrobatas. Mas foi em Londrina, no Norte do Paraná, que ele passou a desenvolver a arte do riso. Kazuo aperfeiçoou-se com o artista Oscar Espíndola, o Xupetin, considerado por ele um dos melhores palhaços do mundo. Foi ele quem o ajudou a mudar o enredo, passando de acrobata a palhaço.
Isso mostra, colegas deputados, que o talento pode aflorar a qualquer momento e em qualquer lugar.
A propósito, colegas deputados, para nós, londrinenses, é um orgulho termos em nossas fileiras artísticas o senhor Oscar Espíndola, verdadeiro mestre dos sonhos, um homem capaz de irradiar o riso para os recantos do mundo e criar competentes discípulos, como Kazuo.
Era esse o registro que gostaria de deixar, senhor Presidente.
Muito obrigado!